sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MARÍLIA, A REAL TRADUÇÃO DA CELERIDADE DA JUSTIÇA PARAIBANA

CAPITULO III – A MORTE DE MAURÍCIO

Morre MAURÍCIO DE ARAÚJO GAMA, aos 29 dias do mês de dezembro de 2003. Entre a data de reconhecimento da paternidade e a sua morte, o rico empresário repassava a genitora de Marília, a quantia mensal de três salários mínimos.
Após sua morte, o sofrimento financeiro que, teoricamente, acabaria, pois seria herdeira de 25% dos bens de seu pai, o que se traduz num enorme patrimônio, virou um verdadeiro inferno.
É necessário evidenciar que Marília jamais freqüentou um curso de inglês, uma escola particular, nem mesmo teve ou tem um plano de saúde e pior, mesmo sabendo quem era o seu pai, jamais teve o prazer de conviver, de amar e ser amada.
Marília intentou ação de inventário e teve uma surpresa. O pai era divorciado, deixara tudo para sua “ex-esposa”. A herança total do empresário se resumia duas contas bancárias, um carro financiado, uma fazenda no interior do interior e o capital social do já quebrado Restaurante Elite para dividir entre Marília e uma neta do Sr. MAURICIO ARAUJO GAMA, representada pelo seu genitor ERLI CABRAL JUNIOR.
O inventário dos poucos bens de Maurício dura até hoje e tramita 16ª Vara Cível de João Pessoa – PB. A justiça toma de Marília mais oito anos.
Não! Não! A novela não acabou. Marília é incansável. Amanhã tem mais.

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