terça-feira, 26 de março de 2013
MARILIA, A REAL TRADUÇÃO DA CELERIDADE DA JUSTIÇA PARAIBANA
X – NOVA LIMINAR: SUSPENDE TUDO!!!
Aos vinte e oito dias do mês de maio de 2012, MIRIAM ARAÚJO GAMA intenta uma AÇÃO RESCISÓRIA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA, na tecla SAP, pedido de liminar para suspender o curso do processo que daria a Marília seu patrimônio.
A “EX”-esposa, depois de todos esses anos, visualizou que poderia obter 75% do patrimônio do falecido, deixando sua neta com 12,5% e Marília com 12,5%.
Isso poderia ter sido argumentado há anos, não se sabe se por burrice ou por excesso de sabedoria, Miriam somente agora, mas dentro do prazo legal, resolveu levantar a questão.
Se estivesse preocupada com Marília, se estivesse visando, tão somente, proteger o seu patrimônio e o de sua neta, se estivesse enxergando o próximo, se estivesse revestida do mínimo de compaixão, Miriam teria pedido para que a liminar resguardasse 75% do patrimônio, prosseguindo com a parte incontroversa. Ou seja, permitindo que Marília parasse de passar por tanto sufoco. Mas para que aliviar?
É bom frisar que o pedido de Miriam, embora tardio, mas para justiça e para lei, dentro do prazo, é procedente e Marília aceita e acata.
Ao contrário dos frágeis argumentos que levaram o Des. JOSÉ DI LORENZO SERPA a conceder a liminar anterior, o Juiz convocando ALUIZIO BEZERRA FILHO teve todos os motivos LEGAIS para conceder a liminar agora pleiteada. SUSPENDE TUDO!!!!!
MARILIA - A REAL TRADUÇÃO DA CELERIDADE DA JUSTIÇA PARAIBANA
CAPÍTULO IX – A FALSA ESPERANÇA
Os efeitos desastrosos da liminar concedida pelo Desembargador JOSÉ DI LORENZO SERPA perduraram até fevereiro de 2012, não porque ele resolveu fazer justiça ou praticar a celeridade processual, até porque ocupava duas funções ao mesmo tempo, mas porque ANA GABRIELA requereu a desistência da ação que impedia Marília de tomar posse de sua herança.
Marília acreditou na tese de que Ana não sabia das necessidades de sua tia e que, através da divulgação do caso nas redes sociais, havia se indignado e exigido a retirada do processo. Seria lindo, não seria?
Seria...
Mas não foi.
Tudo não passava de mais uma etapa da procrastinação.
Feliz e aliviada, Marília finalmente requereu a partilha dos bens no inventário, ou seja, “por a mão no que é dela”, mas antes de ver sua vida resolvida, recebeu mais um golpe.
MIRIAM ARAUJO GAMA intentou nova ação.
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